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Pronto Fatto apoia o II Simpósio Regional sobre Meio Ambiente em Ribeirão Preto

Lixo para gerar energia em Ribeirão Preto foi o tema do II Simpósio Regional sobre Meio Ambiente.

Técnicos da Secretaria de Meio Ambiente de Ribeirão Preto/SP lançaram na Câmara uma tecnologia própria e ecológica para aproveitamento do lixo doméstico, a usina de gasogênio. O protótipo usa energia solar para queimar os resíduos e não gera fumaça, apenas o gás que pode ser usado para produzir energia elétrica.

Por Danielle Castro, do Instituto Ideal

O secretário de Meio Ambiente, Joaquim Rezende, disse que a Prefeitura não comprará a patente, mas espera que os inventores possam se associar a empresários para entrar nas próximas concorrências sobre gestão do lixo na cidade. O superintendente do Departamento de Águas e Esgoto de Ribeirão Preto (Daerp), Tanielson Campos, declarou que todas as alternativas de nova destinação para o lixo doméstico da cidade estão em estudo.

Campos afirmou, porém, que no momento a prioridade é finalizar passivos, como a falta de um programa de reciclagem e a destinação do metano gerado no aterro municipal encerrado este ano. “Em pouco tempo teremos um trabalho conjunto entre Câmara, Daerp e Secretaria de Meio Ambiente para uma nova política de lixo, algo que funcione de modo global. Mas temos que dar um passo de cada vez”, disse Campos.

A viabilidade técnica do modelo, assinada por nove profissionais, foi apresentada durante o I Simpósio Regional sobre Meio Ambiente, promovido pelo Portal da Alta Mogiana. De acordo com o engenheiro Daumar Mazzoni Campos, que idealizou o projeto com Vagner Cardoso, a tecnologia poderia ser usada como complementar no encerramento de passivos, eliminando o lixo depois que o metano for explorado.

Cada módulo processa 34 toneladas de lixo por dia e custaria cerca de R$ 25 milhões para ser implantado (menos da metade do valor de um novo aterro, que sairia por R$ 52 milhões). O montante seria suficiente para uma cidade de pequeno porte, mas para as 500 toneladas diárias de lixo doméstico geradas em Ribeirão, seriam necessárias adaptações.

“Em Ribeirão teríamos que ter turbinas em vez de motores, mas o custo não deve ser proporcional”, disse Mazzoni.

(Envolverde/CarbonoBrasil)

-Fonte: http://www.sunnet.com.br/home/Noticias/Lixo-para-gerar-energia-em-Ribeirao-Preto.html

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